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Tiago Monte

Criciúma

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A vitória com sofrimento do Criciúma diante do Tubarão, no clássico regional, foi comemorada pelo técnico Deivid. Para ele, o time segue sonhando com a conquista do returno do Catarinense. “Está sendo sofrido. É um clássico regional que vai além dos três pontos. Hoje nós realmente jogamos com a equipe titular, quando nós perdemos lá estávamos com a equipe que não vinha jogando. Hoje, conseguimos ganhar a partida e ainda sonhar com a conquista. A gente sabe que é difícil, mas no futebol nada é impossível. Esperamos fazer a nossa parte nesses dois jogos que restam, para que a gente consiga sair campeão do turno”, disse.

A dificuldade do Tricolor Carvoeiro na partida aconteceu pela proposta de jogo do adversário. “O time sentiu um pouco a responsabilidade de ganhar a partida. Nós demoramos a entrar no jogo, estivemos muito lentos na circulação de bola que eu estava pedindo. Como eles estavam bloqueando o meio e só tínhamos espaço pela lateral, a gente estava tentando entrar pelo meio e eu estava falando para circularmos para pegar o lado sozinho – que era onde tinha buraco. Nós não conseguimos imprimir o nosso ritmo de jogo, o Tubarão veio marcando forte, marcou muito bem e com um esquema tático para nos igualar e isso dificultou para a gente. Mas o mais importante foi a vitoria. A gente sabe que é difícil ganhar um clássico regional”, enfatizou Deivid

O polêmico pênalti sobre Rentería e o gol anulado de Jheimy não foram comentados pelo comandante tricolor que destacou que não fala mais sobre arbitragem. “Como o presidente da Federação falou que os árbitros e os bandeiras estão inseguros contra o Criciúma, eu não falo mais. Vou falar da parte técnica e tática, do jogo. Foram cinco gols anulados do nosso time, um pênalti escancarado que eu não se da onde que ele viu. O Rentería que apitou o pênalti. Agora vamos falar só da parte técnica e tática”, se limitou a dizer Deivid.

A experiência do treinador como atacante de fama nacional e internacional serviram para interpretar o lance do atacante colombiano que causou a expulsão de Diego Giaretta. “Eu fui jogador, fui atacante, também sei cavar pênalti. Eu falei que não foi pênalti porque ele dobrou o joelho. Então, o bandeira falou que eu não sou árbitro e que era uma questão técnica. Eu respeito, mas a minha vivência diz que não foi pênalti. Eu respeito o estudo do bandeira”, ressaltou Deivid.

Quanto a reforços, o técnico do Criciúma disse que a direção segue trabalhando  para contratar os nomes indicados por ele. Entre eles, Rafael Bastos, Jocinei, Tony, Marcão e Zé Roberto. “São jogadores que estão se destacando no campeonato paulista. Claro que há interesse, não só do Criciúma, mas de outros times também. O meu papel é treinar a equipe e indicar jogadores e isso eu passei para o presidente. Agora, ele e o Gabriel estão negociando e acompanhando para que a gente possa ter reforços o mais rápido possível para que a gente possa enquadrar na nossa filosofia de jogo. Temos que entrar no Brasileiro com uma equipe compactada e montada para que a gente possa conseguir o nosso objetivo que é subir. O Rafael Bastos, o Jocinei, o Tony, o Zé Roberto e o Marcão são jogadores de qualidade, experientes e que todas as equipes querem, mas nós temos que trazer em cima do nosso orçamento”, finalizou.

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