Médicos do HMISC anunciam fechamento da instituição em 30 dias

Documento comunicando a decisão, último recurso para regularização dos salários, está sendo protocolado em 14 entidades, como CRM, MP, Samu e Bombeiros

Foto: Marciano Bortolin/DN Sul

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Bruna Borges

Criciúma

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Os médicos do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC), vinculados à JC Médica, estão entregando em 14 entidades, como Conselho Regional de Medicina (CRM), Ministério Público (MP), Samu e Corpo de Bombeiros, documento explicando decisão após reunião na noite desta segunda-feira, 31, de fechar as portas do hospital em 30 dias caso os salários não sejam regularizados.

Conforme o diretor-clínico do HMISC, Eduardo Ali, a Prefeitura de Criciúma ficou de apresentar um plano de pagamento durante a reunião, o que não aconteceu. “Participaram integrantes do Corpo Clínico, do Instituto de Saúde e Educação Vida (Isev), mas os representantes da Prefeitura não foram. Assim, ficamos sem nenhuma esperança de termos os salários regularizados. Por isso, esta é a última alternativa. O CRM preconiza que, para uma paralisação como esta, é preciso avisar os órgãos com antecedência de 30 dias”, esclarece.

Com redução no Pronto-Socorro, 16 médicos são demitidos

Também nesta segunda-feira, 31, 16 médicos foram demitidos. Segundo Eduardo Ali, eram 46 médicos, mas agora, como só fica um no Pronto-Socorro e, com a redução da carga horária, parte dos profissionais foi dispensada. “Só a UTI fica normal”, acrescenta.

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