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Tiago Monte

Criciúma

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Em 15 de dezembro de 1991, o Criciúma fazia história. O único tricampeonato estadual consecutivo do clube era consolidado com uma vitória por 1 a 0 contra a Chapecoense. Antes disso, o Tigre já havia iniciado a melhor fase do clube. Em 1989, bateu o Joinville na final do Catarinense, no ano seguinte, a história se repetiu: 1 a 0 na decisão contra o JEC e gol de Grizzo.

Veio então o maior ano da carreira tricolor. Quinze dias após bater o Grêmio na final da Copa do Brasil, o Criciúma começou a disputar o Campeonato Catarinense. Naquela época, o estadual era mais extenso e no segundo semestre. O Tigre realizou 39 jogos. Ganhou 20, empatou 13 e perdeu seis confrontos. O ataque marcou 54 gols e sofreu 29. Luiz Gonzaga Milioli e Lori Sandri comandaram o time na disputa. A decisão do tri não foi contra o Joinville. A Chapecoense, então treinada por Juarez Vilela, fez boa campanha e foi a única equipe que ameaçou a façanha tricolor. A decisão foi em três jogos: o primeiro em Chapecó, o segundo e o terceiro no Heriberto Hülse.  No Oeste, 1 a 0 para o Verdão. O Criciúma foi obrigado a ganhar a partida de volta pra forçar o desempate. No placar, 2 a 0 para o Tigre, gols de Jairo Lenzi e Émerson Almeida.

Em 15 de dezembro de 1991, o estádio Heriberto Hülse estava em reformas devido às exigências da CBF e da Conmebol para a disputa da Taça Libertadores  do ano seguinte. Com 12.180 torcedores presentes, o Criciúma jogava pelo empate pra ficar com o título. Aos 39 minutos da segunda etapa, Émerson Almeida chutou duas vezes pra marcar. O atual gerente de futebol do clube relembrou o lance. “Recebi na área, chutei e já sai para comemorar, mas a bola bateu na trave e voltou na minha direção. Ela queria que eu colocasse pra rede mesmo. Foi o gol mais importante da minha carreira”, comentou. O time do Criciúma tinha: Alexandre; Sarandi, Vilmar, Wílson e Itá; Roberto Cavalo, Gélson e Grizzo(Émerson Almeida); Vanderlei, Soares(Adílson Gomes) e Jairo Lenzi.

 

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